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ZEDOÁRIA
Nomes
populares: – Não se conhece.
Originária da Índia e cultivada no Brasil para fins
medicinais, é mundialmente conhecida há séculos na medicina
tradicional. É um planta herbácea, de 40 a 70 cm de altura, com
rizomas azulados e quando secos amarelados, folhas alongadas
de verde intenso, com uma mancha marrom junto a nervura
central, dispostas em tufos a partir do rizoma.
Inflorescências espigadas com brácteas rosas ou amareladas que
surgem somente após a queda das folhas. Possui sabor
levemente canforado. A retirada dos rizomas do solo ocorre
somente após as folhas secarem.
Parte
Utilizada:- Rizomas (rizomas tem aparência de raízes).
Uso
terapêutico:- Colagogo, colerético, problemas hepáticos,
normalizador de colesterol, halitose, digestivo ,flatulência,
gastrite etc. Atua no sistema digestivo, ajudando o seu
bom funcionamento, pois inibe o excesso de secreção de ácido
gástrico, aumenta a secreção biliar , evita a azia e má digestão
(usada com Espinheira-Santa), gases intestinais, e o mau hálito
provocado pelo estômago. Age sobre o colesterol,
normalizando-o, quando usada com berinjela da seguinte forma:-
Cortar uma fatia longitudinal da berinjela com l cm de
espessura, desprezar a primeira fatia (excesso de casca), juntar
com um pedaço fatiado do rizoma da zedoária de
aproximadamente 3 a 4 cm, deixar em maceração durante a noite e
tomar em jejum pela manhã. A zedoária mostrou melhorar a
eficácia de quimioterapia, reduzindo seus efeitos colaterais
(náusea, mal estar geral, etc.) O chá é feito
colocando-se uma colher de chá do rizoma picado em uma xícara
de água fria, levar ao fogo, deixar levantar fervura,
desligar, tomar morno.
Uso
Externo:- Para combater piolhos, sarna e picadas de insetos.
Preparação:- Deixar de molho (maceração) por 5 dias,
3 colheres de sopa de rizoma bem picado para 200 ml de vinagre
branco. Aplicação local, 2 vezes ao dia.
Toxidade:- Não foi encontradas interações medicamentosas,
não deve ser usada por gestante e lactantes
Zenaide Barcala Pires
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