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Círculos mágicos Mandalas
A maioria dos
Mandalas são circulares. O círculo encerra,
protege, conforta.
Nos rituais mágicos não pode faltar um círculo protetor. Nos rituais de
cura e iniciações os participantes arranjam-se em círculos ou são
colocados dentro deles. Devido as suas sensibilidades extremas, as crianças,
desde muito cedo, aprendem a brincar de roda e seus primeiros desenhos são
tentativas de imitar um círculo.
Os mandalas estão
por toda a parte.
Tudo no Universo é
um Mandala, sua estrutura circular é semelhante às células do corpo,
às estruturas subatômicas, ao sol, a lua e as estrelas.
Podemos encontrar
com facilidade a utilização
dos mandalas em pinturas antigas, nas esculturas, vitrais de igrejas
antigas e arquitetura. Abaixo o vitral norte, da Catedral de Notre-Dame,
de Paris.
A seguir um mandala
Asteca, do período pré-colombiano.
Dos povos primitivos
ao homem contemporâneo, a disposição circular sempre foi largamente
utilizada em suas construções e agrupamentos. O círculo é a disposição do
universo e da natureza, que não criam linhas retas; estas, são um produto
puramente humano. A modernidade trouxe linhas retas e duras no design de
seus edifícios.
Acima Beijin, na
China e abaixo o círculo mágico de Stonehenge, na Inglaterra.
Usando um pouco de
sensibilidade percebermos que temos no círculo algo de sagrado, de místico
e de essência maravilhosa.
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